DIA#11-Ethical Hacking Tools (Metasploit- Modules e Locations & Object Model & Mixins e Pluggins)
Hoje continuei com o tutorial da Offensive Security de ontem, tendo retomado na parte a mencionar os módulos existentes e a sua localização.
O tutorial começa por informar que a maioria das interações existentes serão feitas através dos módulos, módulos estes que o Metasploit procura em "/usr/share/metasploit-framework/modules/" e sob a diretoria home em "~/.msf4/modules/" onde são guardados os custom modules.
Cada tipo de module é separado em diferentes directorias consoante a sua utilidade estando separados em:
- exploits: módulos que usam exploits;
- auxiliary: módulos que incluem port scanners, fuzzers(é uma técnica de software testing Black Box [não se sabe o que se encontra dentro do sistema testado] que encontra bugs através do envio de data aleatória), sniffer (permite monitorizar o trafego de internet em tempo real), etc;
- payloads: pedaços de código que correm remotamente;
- encoders: usados de modo a que o codigo dos payloads cheguem à sua destinação intactos;
- nops: mantém o tamanho dos payloads consistentes entre as tentativas de uso dos payloads.
Passando para o object model do Metasploit informa-se que todos os modules são Ruby classes, em que se herda através de classes type-specific, sendo estas herdadas a partir do Msf::Module class. Entre módulos existe uma API comum partilhada. Em relação aos payloads, estes são criados em runtime a partir de diversos componentes.
Em relação aos mixins(contém métodos usados por outras classes) e plugins(programa usado para fornecer funções extra outro) do Metasploit. Começa-se por informar que em Ruby:
- Cada class tem apenas um parent;
- Uma class pode incluir vários modules;
- Módulos podem adicionar novos methods;
- É possível fazer overload de methods (permite que numa class existam vários mathods com o mesmo nome);
- Os modules do Metasploit herdam Msf::Module e incluem mixins para adicionar features.
Em relação aos plugins do Metasploit, estes funcionam directamente com a API, manipulando a framework no seu conjunto. Os plugins ligam-se ao event subsystem, podendo automar determinadas tarefas. Apesar de tudo isto os plugins funcionam apenas na msfconsole, podendo adicionar novos comandos à consola de modo a aumentar a funcionalidade da framework.
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